A prática
A fiscalidade canária é diferente. É esse o ponto.
As ilhas correm um regime económico e fiscal próprio: IGIC em vez de IVA, incentivos que o continente não tem, e uma segunda administração fiscal com regras próprias. Uma empresa de Fuerteventura aconselhada como se estivesse em Madrid paga a mais — em silêncio, ano após ano. Esta mesa existe para que isso nunca aconteça à sua: obrigações mapeadas, calendário dominado, cada entrega preparada e apresentada a tempo.
Para lá das entregas, o planeamento: fins de trimestre antecipados em vez de sofridos, benefícios legítimos aplicados, e um olhar de dezembro enquanto as jogadas ainda cabem no ano. Representamo-lo perante as duas agências em pedidos e notificações — e se uma entrega alguma vez virar luta, os advogados fiscais do outro lado do corredor assumem dali.
O REF
A vantagem canária
Quatro peças do regime insular que existem para ser usadas — legitimamente, com a papelada que as faz aguentar.
Sempre a tempo
O ano fiscal connosco
A fiscalidade espanhola corre num calendário fixo. Vigiamo-lo nós para que nunca tenha de o fazer — eis um ano típico.
O percurso
O seu primeiro trimestre connosco
A fotografia
Atividade, estrutura, registos, histórico — estabelecemos o que deve, onde, e o que lhe tem escapado.
O calendário
Cada prazo mapeado e dominado. A partir daqui, «entregámos aquilo?» deixa de ser pergunta sua.
As entregas
Preparadas, revistas, apresentadas — e os seus números explicados de volta em linguagem clara.
O olhar em frente
Planear enquanto as jogadas ainda cabem: benefícios, timing, a revisão de dezembro que paga o ano.
Perguntas de assessoria fiscal
Antes de perguntar
O que é o IGIC, e aplica-se a mim?
O imposto indireto das Canárias — o primo local do IVA, com taxas mais baixas e entregas trimestrais próprias perante a agência canária. Se vende bens ou serviços a partir das ilhas, quase de certeza que se aplica a si, e aplicá-lo corretamente é o nosso ponto de partida.
Sou elegível para a ZEC?
Depende da atividade, dos empregos que vai criar e da substância que vai manter nas ilhas. A resposta honesta exige uma reunião, e o melhor momento é antes de constituir — adaptar depois é muito mais difícil do que desenhar para isso.
Como funciona mesmo a RIC?
Compromete parte do lucro numa reserva, investe-a em ativos insulares elegíveis dentro da janela legal, e a base tributável desce em conformidade. A poupança é real e os requisitos formais também — é uma disciplina, e gerimo-la como tal.
Declaro como uma empresa do continente há anos. Tem remédio?
Daqui para a frente, sempre — e revemos o que foi entregue para ver o que ainda se pode corrigir ou reclamar. Quanto mais cedo a revisão, mais passado continua recuperável.
O que acontece se as finanças contestarem uma declaração?
Então o dossiê atravessa o corredor para o nosso Direito fiscal, que defende inspeções, liquidações e sanções por profissão — trabalhando do mesmo livro do qual declarámos. Um escritório, sem falhas na história.
A pagar impostos continentais sobre um negócio canário? Pare.
Diga-nos o que faz e como está montado — dizemos-lhe que regime convém, o que lhe falta e quanto custa fazê-lo bem, num dia útil.
Prefere ligar?
Pergunte-nos pelos seus impostos
Atividade, estrutura, o que declara hoje — um assessor responde num dia útil.
Pedido de marcação
Escolha o escritório, o dia e a hora — com as últimas declarações na mão, a primeira reunião voa.